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Os crescentes custos monetários e mentais do trabalho remoto e híbrido em 2023

Estamos em 2023. O regresso ao escritório continua, mas estarão os trabalhadores prontos a trocar o conforto de casa pelos almoços de negócios? Os imóveis de escritórios estão ocupados em 50% nas principais cidades dos EUA, o valor mais alto desde que a pandemia obrigou as pessoas a trabalharem em casa em Março de 2020.

Infelizmente, a ocupação de escritórios não é o único valor que atingiu recordes. Embora o Fundo Monetário Internacional (FMI) tenha previsto que a inflação global tivesse atingido o seu pico em 2022, o aumento dos preços da energia e dos alimentos a nível mundial, aumentou drasticamente o custo médio de vida. 

Estes novos desafios levaram empreendedores e empregados a reavaliar as suas prioridades orçamentais. Será que os benefícios do trabalho presencial compensam os custos de deslocações? As empresas precisam de descobrir formas de atrair os seus trabalhadores a voltarem aos escritórios, apoiando ao mesmo tempo aqueles que querem permanecer em casa.

Trabalhadores híbridos e à distância

Nos últimos três anos, muito mudou – no entanto, muito permaneceu igual. Os trabalhadores continuam a preservar a sua qualidade de vida e saúde mental, com 65% a dizer que a pandemia mudou permanentemente a sua visão em relação à importância dos aspetos fora do trabalho. E embora a “Grande Demissão” tenha diminuído, os funcionários insatisfeitos estão empenhados em “desistir silenciosamente”, fazendo o mínimo para além das tarefas atribuídas. 

Em 2023, o trabalho totalmente remoto está fora de questão, e o híbrido é cada vez mais uma realidade. No geral, as pessoas que podem trabalhar remotamente preferem a opção de ir ao escritório dois ou três dias por semana, de acordo com a pesquisa da Gallup. Os colaboradores desfrutam da flexibilidade e do foco do trabalho a partir de casa, mas sentem falta do sentido de pertença que vem com um ambiente partilhado. 

As poupanças – e despesas – do trabalho à distância

Após o confinamento de 2020, ficou provado que a proximidade ao trabalho não é tudo, muitos deixaram os centros urbanos caros e criaram escritórios confortáveis em casa e em áreas mais acessíveis. Mas quanto é que os trabalhadores em teletrabalho estão a poupar?

Por um lado, não estão a pagar as deslocações caras ou almoços. Por outro lado, as despesas de casa são mais elevadas. Também, tendem a gastar mais a equipar o escritório. Estar mais horas em casa também aumenta as contas do dia-a-dia, que não utilizariam se estivessem empresa. 

Contudo, é mais barato trabalhar a partir de casa. Estima-se que os colaboradores que dividem o tempo entre teletrabalho e presencial poupam entre 555 euros e 5.560 euros anualmente, de acordo com a Global Workplace Analytics. 

Há também poupanças para os patrões. Os locais de trabalho híbrido requerem menos bens imobiliários, comodidades e despesas gerais do que aqueles com trabalhadores inteiramente em presencial. Por cada empregado em regime híbrido, as empresas podem poupar uma média de 10.200 euros anuais, calculado pela Global Workplace Analytics. 

Os trabalhadores em teletrabalho e híbrido valorizam tanto a flexibilidade que estão dispostos a aceitar uma redução salarial em vez de regressarem ao escritório a tempo inteiro. Quarenta e quatro por cento dos empregados estão dispostos a abdicar de pelo menos cinco por cento do seu salário, em troca de um acordo em relação ao seu local de trabalho. 

O preço da saúde mental

Trabalhar a partir de casa não pode ser apenas avaliado em relação ao dinheiro. A pandemia aumentou a consciência relativamente aos desafios diários e à saúde mental enfrentada por todos os trabalhadores. Porém, os que estão em regime de teletrabalho sentem-se solitários e isolados, física e emocionalmente distanciados dos seus colegas.

Mesmo quando as pessoas se acostumam a novas formas de interação com os colegas de trabalho, o bem-estar mental continua em declínio. Colaboradores em regime online, híbrido e presencial demonstram níveis baixos de saúde mental e de produtividade em comparação com os seis meses anteriores. A falta de uma saúde mental estável pode significar uma despesa para as empresas. Pessoas exaustas tendem a não ser produtivas e a cometer um maior número de erros, o que pode levar a que queiram desistir. 

A importância de encontrar um local de trabalho que promova o bem-estar mental é atualmente uma prioridade. Oitenta e um por cento dos trabalhadores demonstram que preferem procurar um emprego que apoie a saúde mental. 

A forma como os empregados estão a contribuir para equilibrar os custos

Inúmeras empresas estão a pressionar um regresso a tempo inteiro ao escritório. Enquanto outras oferecem vales de viagem, alimentação gratuita e até serviços de concierge para antigos empregados remotos que enfrentam custos acrescidos de deslocações e alimentação. 

As empresas que reduzem o seu espaço físico e reduzem as despesas gerais podem repercutir algumas economias nos empregados, reinvestindo esse dinheiro em salários ou aplicando ajustamentos do custo de vida à remuneração base.

Para além disso, os empregadores equipam os trabalhadores híbridos com soluções de comunicação unificadas entre toda a equipa por forma a facilitar a adaptação às diferenças entre casa e escritório.

As empresas estão a implementar mudanças para promover o bem-estar holístico em resposta aos desafios da saúde mental de muitos trabalhadores, a isto une-se à necessidade de criar também técnicas para melhorar a ligação entre colegas.

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Informações imprensa

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