A marca de uma empresa forte hoje já não é a sua escala, mas sim a forma como permanece de pé quando o inesperado acontece:
- Quando colaboradores, parceiros e clientes precisam de atualizações oportunas e consistentes.
- Quando os reguladores exigem informação rápida e precisa.
- Quando equipas distribuídas por várias geografias precisam de se coordenar em tempo real para manter as operações a funcionar.
Nesses momentos, a comunicação é o sinal de resiliência. É o que garante que as decisões aconteçam mais depressa, que a confiança seja mantida e que a continuidade seja preservada, mesmo sob pressão.
Essa continuidade depende de várias camadas: sistemas robustos, cadeias de abastecimento flexíveis e uma infraestrutura de comunicações que assegura que a informação crítica circula mesmo quando outros canais falham.
Resumindo: hoje, são as suas comunicações que determinam o ritmo da sua resiliência.
Porque é que a Resiliência das Comunicações é Crucial Agora
Os últimos anos mostraram o quão essenciais são sistemas de comunicação sólidos. Equipas distribuídas, clientes que exigem transparência imediata e cadeias de abastecimento globais cada vez mais complexas aumentam a pressão pela velocidade e clareza.
Os dados sublinham esta urgência:
- O relatório IBM Cost of a Data Breach 2024 indica que o custo médio de uma violação continua a aumentar, levando a perdas de centenas de milhões globalmente, desde remediação e tempo de inatividade até penalizações e danos reputacionais.
- Mais de 75% das empresas demoraram mais de 100 dias a recuperar de grandes violações.
- O relatório 2024 do Business Continuity Institute sobre resiliência das cadeias de abastecimento revela que a esmagadora maioria das empresas sofreu pelo menos uma disrupção no último ano.
Para a liderança executiva, a continuidade das comunicações está diretamente ligada ao desempenho financeiro. Tempo de inatividade, atrasos ou danos na reputação podem corroer confiança e receitas. Assim, a resiliência deve ser uma prioridade estratégica, totalmente integrada, medida e dotada de recursos, com a infraestrutura de comunicações como pedra angular.
Infraestrutura de Comunicações: O Suporte Invisível
Quando ocorre uma disrupção, o primeiro desafio raramente é reparar um sistema ou desviar um camiã, é garantir que as pessoas têm a informação correta no momento certo.
Ciberataques, inundações regionais ou falhas de fornecedores dependem todos de um ponto comum: comunicar de forma rápida e fiável com colaboradores, parceiros, reguladores e clientes.
Planos de continuidade que ignoram os canais de comunicação deixam as organizações vulneráveis. Atualizações fragmentadas ou atrasadas amplificam os danos, atrasam a recuperação e desgastam a confiança.
Por outro lado, uma infraestrutura de comunicações resiliente, construída com redundância, interoperabilidade e escalonamento automático, assegura que as equipas permanecem ligadas mesmo sob pressão máxima.
Empresas líderes reconhecem hoje esta infraestrutura como elemento central do planeamento de continuidade, funcionando como o tecido conjuntivo entre estratégia e resposta.
Explore soluções Mitel que oferecem esta resiliência:
MiVoice MX-ONE e OpenScape Voice para fiabilidade próxima de 5×9, e MiVoice Business para flexibilidade de implementação privada.
Insights de Investigação
Um estudo recente conduzido pelo Dr. Stefan Vieweg, levado a cabo pela Mitel & Everbridge, revela padrões preocupantes e esclarecedores.
1. Excesso de confiança na preparação
- 45% das organizações consideram-se “moderadamente preparadas” para disrupções.
- Porém, em cenários reais ou simulações, os planos de recuperação raramente funcionam como esperado.
- Apenas cerca de 25% dos danos totais são evitados em grandes incidentes.
Este excesso de confiança atrasa investimentos críticos e aumenta a exposição ao risco.
2. Lacunas invisíveis nos sistemas críticos
As avaliações de risco tendem a focar o que é visível. Mas os incidentes mais graves muitas vezes surgem de:
- Dependências não testadas
- Falta de monitorização
- Fornecedores secundários sem planos de resiliência
De facto, 67% das empresas demoraram semanas ou meses a recuperar do último grande incidente, muitas vezes devido a falhas de coordenação ou comunicação.
3. Os “high performers” tratam a resiliência como parte da espinha dorsal da organização
Estas empresas:
- Têm programas de gestão de risco contínuos.
- Limitam perdas de receita a 7%, comparado com 145% nas menos resilientes uma vantagem de 20x.
- Usam sistemas de alerta precoce.
- Realizam simulações regulares com fornecedores e equipas multidisciplinares.
Para eles, resiliência = disciplina operacional + confiança de marca.
O Playbook dos High Performers
1. Definir e alinhar valores essenciais
Valores como fiabilidade e transparência devem influenciar:
- Protocolos de comunicação de crise
- Acordos com fornecedores
- Processos de escalonamento
Só funcionam quando operacionalizados não apenas escritos no manual cultural.
2. Estabelecer objetivos claros de resiliência e cultivar cultura de risco
Sem metas concretas, não há progresso. Exemplos:
- Tempo máximo de inatividade aceitável
- Percentagem de fornecedores com planos de continuidade
- Tempo alvo de recuperação e comunicação
A cultura também importa: organizações resilientes promovem identificação precoce de riscos e evitam punir quem deteta problemas.
3. Investir de forma inteligente em resiliência
O investimento mais eficaz inclui:
- Plataformas de comunicação
- Planos de escalonamento
- Testes e formação
O benchmark ideal: 10–25% das receitas alocadas a resiliência. Essas empresas preveniram até 30% dos danos potenciais.
4. Usar digitalização e automação para alerta precoce
Ferramentas digitais multiplicam a capacidade de resposta:
- Alertas automáticos
- Dashboards em tempo real
- Deteção de anomalias
Integração entre unidades permite coordenação rápida e eficaz.
Ferramentas Mitel recomendadas:
Mitel Performance Analytics, Mitel CX Insights e Mitel Interaction Recording.
5. Desenvolver e reter equipas de crise competentes
Crisis management é uma competência estratégica. Exige:
- Funções claras
- Treino regular
- Equipa multidisciplinar
- Baixa rotatividade
Mitel Managed Services pode reforçar estas capacidades.
O que os Executivos devem fazer agora
1. Auditar de forma abrangente
Simular disrupções reais e testar fluxos de comunicação.
2. Priorizar intervenções de maior impacto
Investir primeiro em plataformas de comunicação escaláveis e alertas integrados.
3. Operacionalizar métricas de resiliência
Incluir KPIs como:
- Tempo médio de recuperação
- Tempo médio até comunicar atualização crítica
- Número de simulações anuais
4. Criar parcerias estratégicas
A aliança Mitel + Everbridge combina:
- Infraestrutura de comunicações
- Gestão de eventos críticos em tempo real
Ideal para reduzir custos de downtime e acelerar respostas.
Da resiliência à vantagem estratégica
Resiliência não é defesa é força competitiva.
Empresas resilientes:
- Ganham confiança
- Mantêm receitas mesmo em disrupção
- Reagem mais rapidamente à mudança
A parceria Mitel + Everbridge oferece:
- Visibilidade de risco
- Sinais de alerta antecipado
- Sistemas integrados de comunicação quando cada minuto conta
Comece agora: Defina objetivos de comunicação, teste-os, meça resultados e faça das comunicações resilientes a base da sua estratégia de crescimento.


