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O Business Case para comunicações resilientes em 2025

A marca de uma empresa forte hoje já não é a sua escala, mas sim a forma como permanece de pé quando o inesperado acontece:

  • Quando colaboradores, parceiros e clientes precisam de atualizações oportunas e consistentes.
  • Quando os reguladores exigem informação rápida e precisa.
  • Quando equipas distribuídas por várias geografias precisam de se coordenar em tempo real para manter as operações a funcionar.

Nesses momentos, a comunicação é o sinal de resiliência. É o que garante que as decisões aconteçam mais depressa, que a confiança seja mantida e que a continuidade seja preservada, mesmo sob pressão.

Essa continuidade depende de várias camadas: sistemas robustos, cadeias de abastecimento flexíveis e uma infraestrutura de comunicações que assegura que a informação crítica circula mesmo quando outros canais falham.

Resumindo: hoje, são as suas comunicações que determinam o ritmo da sua resiliência.

Porque é que a Resiliência das Comunicações é Crucial Agora

Os últimos anos mostraram o quão essenciais são sistemas de comunicação sólidos. Equipas distribuídas, clientes que exigem transparência imediata e cadeias de abastecimento globais cada vez mais complexas aumentam a pressão pela velocidade e clareza.

Os dados sublinham esta urgência:

  • O relatório IBM Cost of a Data Breach 2024 indica que o custo médio de uma violação continua a aumentar, levando a perdas de centenas de milhões globalmente, desde remediação e tempo de inatividade até penalizações e danos reputacionais.
  • Mais de 75% das empresas demoraram mais de 100 dias a recuperar de grandes violações.
  • O relatório 2024 do Business Continuity Institute sobre resiliência das cadeias de abastecimento revela que a esmagadora maioria das empresas sofreu pelo menos uma disrupção no último ano.

Para a liderança executiva, a continuidade das comunicações está diretamente ligada ao desempenho financeiro. Tempo de inatividade, atrasos ou danos na reputação podem corroer confiança e receitas. Assim, a resiliência deve ser uma prioridade estratégica, totalmente integrada, medida e dotada de recursos, com a infraestrutura de comunicações como pedra angular.

Infraestrutura de Comunicações: O Suporte Invisível

Quando ocorre uma disrupção, o primeiro desafio raramente é reparar um sistema ou desviar um camiã, é garantir que as pessoas têm a informação correta no momento certo.

Ciberataques, inundações regionais ou falhas de fornecedores dependem todos de um ponto comum: comunicar de forma rápida e fiável com colaboradores, parceiros, reguladores e clientes.

Planos de continuidade que ignoram os canais de comunicação deixam as organizações vulneráveis. Atualizações fragmentadas ou atrasadas amplificam os danos, atrasam a recuperação e desgastam a confiança.

Por outro lado, uma infraestrutura de comunicações resiliente, construída com redundância, interoperabilidade e escalonamento automático,  assegura que as equipas permanecem ligadas mesmo sob pressão máxima.

Empresas líderes reconhecem hoje esta infraestrutura como elemento central do planeamento de continuidade, funcionando como o tecido conjuntivo entre estratégia e resposta.

Explore soluções Mitel que oferecem esta resiliência:
MiVoice MX-ONE e OpenScape Voice para fiabilidade próxima de 5×9, e MiVoice Business para flexibilidade de implementação privada.

Insights de Investigação

Um estudo recente conduzido pelo Dr. Stefan Vieweg, levado a cabo pela Mitel & Everbridge, revela padrões preocupantes e esclarecedores.

1. Excesso de confiança na preparação

  • 45% das organizações consideram-se “moderadamente preparadas” para disrupções.
  • Porém, em cenários reais ou simulações, os planos de recuperação raramente funcionam como esperado.
  • Apenas cerca de 25% dos danos totais são evitados em grandes incidentes.

Este excesso de confiança atrasa investimentos críticos e aumenta a exposição ao risco.

2. Lacunas invisíveis nos sistemas críticos

As avaliações de risco tendem a focar o que é visível. Mas os incidentes mais graves muitas vezes surgem de:

  • Dependências não testadas
  • Falta de monitorização
  • Fornecedores secundários sem planos de resiliência

De facto, 67% das empresas demoraram semanas ou meses a recuperar do último grande incidente, muitas vezes devido a falhas de coordenação ou comunicação.

3. Os “high performers” tratam a resiliência como parte da espinha dorsal da organização

Estas empresas:

  • Têm programas de gestão de risco contínuos.
  • Limitam perdas de receita a 7%, comparado com 145% nas menos resilientes uma vantagem de 20x.
  • Usam sistemas de alerta precoce.
  • Realizam simulações regulares com fornecedores e equipas multidisciplinares.

Para eles, resiliência = disciplina operacional + confiança de marca.

O Playbook dos High Performers

1. Definir e alinhar valores essenciais

Valores como fiabilidade e transparência devem influenciar:

  • Protocolos de comunicação de crise
  • Acordos com fornecedores
  • Processos de escalonamento

Só funcionam quando operacionalizados  não apenas escritos no manual cultural.

2. Estabelecer objetivos claros de resiliência e cultivar cultura de risco

Sem metas concretas, não há progresso. Exemplos:

  • Tempo máximo de inatividade aceitável
  • Percentagem de fornecedores com planos de continuidade
  • Tempo alvo de recuperação e comunicação

A cultura também importa: organizações resilientes promovem identificação precoce de riscos e evitam punir quem deteta problemas.

3. Investir de forma inteligente em resiliência

O investimento mais eficaz inclui:

  • Plataformas de comunicação
  • Planos de escalonamento
  • Testes e formação

O benchmark ideal: 10–25% das receitas alocadas a resiliência. Essas empresas preveniram até 30% dos danos potenciais.

4. Usar digitalização e automação para alerta precoce

Ferramentas digitais multiplicam a capacidade de resposta:

  • Alertas automáticos
  • Dashboards em tempo real
  • Deteção de anomalias

Integração entre unidades permite coordenação rápida e eficaz.

Ferramentas Mitel recomendadas:
Mitel Performance Analytics, Mitel CX Insights e Mitel Interaction Recording.

5. Desenvolver e reter equipas de crise competentes

Crisis management é uma competência estratégica. Exige:

  • Funções claras
  • Treino regular
  • Equipa multidisciplinar
  • Baixa rotatividade

Mitel Managed Services pode reforçar estas capacidades.

O que os Executivos devem fazer agora

1. Auditar de forma abrangente

Simular disrupções reais e testar fluxos de comunicação.

2. Priorizar intervenções de maior impacto

Investir primeiro em plataformas de comunicação escaláveis e alertas integrados.

3. Operacionalizar métricas de resiliência

Incluir KPIs como:

  • Tempo médio de recuperação
  • Tempo médio até comunicar atualização crítica
  • Número de simulações anuais

4. Criar parcerias estratégicas

A aliança Mitel + Everbridge combina:

  • Infraestrutura de comunicações
  • Gestão de eventos críticos em tempo real

Ideal para reduzir custos de downtime e acelerar respostas.

Da resiliência à vantagem estratégica

Resiliência não é defesa  é força competitiva.
Empresas resilientes:

  • Ganham confiança
  • Mantêm receitas mesmo em disrupção
  • Reagem mais rapidamente à mudança

A parceria Mitel + Everbridge oferece:

  • Visibilidade de risco
  • Sinais de alerta antecipado
  • Sistemas integrados de comunicação quando cada minuto conta

Comece agora: Defina objetivos de comunicação, teste-os, meça resultados e faça das comunicações resilientes a base da sua estratégia de crescimento.

Informações imprensa

Para mais informações contactar EDC – Design e Comunicação

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